Voz Verde Rubra

"O fundo do poço"

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Neste Domingo, o Marítimo disputou a 5ª jornada para a liga Portuguesa contra a Académica de Coimbra. Um jogo que fica marcado como sendo o pior da era Pedro Martins. A Académica sem ter de trabalhar muito, limitou-se a aproveitar as nossas falhas defensivas para faturar e controlar o jogo. A nossa derrota foi justa.

Como é normal nessas situações, as pessoas perguntam-se sobre qual razão para esta paupérrima exibição ter acontecido. Foi 1 jogador em particular, foi a defesa, foi o coletivo? Qual bola de neve a descer a encosta, conforme os minutos iam passando, dava para ver que era isso tudo e mais alguma coisa. Vá, talvez tenha escapado a baliza já que o Salin pouco podia ter feito nos lances dos golos.

A defesa levou 2 golos em que foram comidos de “forma” amadora. Estes são aqueles golos em que é admissível levar 1 no campeonato inteiro naqueles momentos de desconcentração total coletiva. Levar 2 no mesmo jogo é catastrófico e dificilmente não ia custar caro.

O meio-campo não construiu. E se continuamos à espera que o João Luiz cumpra essa missão, principalmente contra equipas organizadas e que fechem bem, como foi o caso, estamos tramados.

O ataque limitou-se a estar presente, ali a meio da defesa da Académica. Pouco jogo chegava lá e quando chegava, a maioria das vezes através de bolas bombeadas sem nexo, pouco faziam.

O coletivo, ponto forte desta equipa do Pedro Martins, não existiu. Zero! Parecia que os jogadores se tinham conhecido na semana passada. Não havia entrosamento, raríssimas as jogadas em que saiam passes certos de forma segura e consecutiva. Quando o coletivo está mal pode ser resolvido pelas individualidades. Somos mais fracos nesse capítulo mas ainda temos jogadores, como o Danilo Dias, Sami e David Simão, todos titulares, que têm técnica individual capaz de resolver um jogo. Nenhum esteve para aí virado.

Resumindo, tudo esteve mal. Só com a estrelinha da sorte podíamos ter ganho mas nem os astros estiveram em dia sim.

Sem querer entrar em polémicas mas já entrando, ouvi e li por aí a desculpa de mau perdedor sobre o cansaço da equipa. Desculpem lá mas dizer que no fim de Setembro, uma equipa que tem mais 4 jogos que outra, todos esses jogos a mais feitos há mais de 1 mês, que nem teve jogo a meio da semana, esteve cansada, é um disparate completo. Que a equipa poderá ser curta para as competições onde esta envolvido é uma realidade, mas no momento atual volto a dizer que não passa de um disparate.

Como nota de esperança, vejo neste jogo o fundo do poço. E como disse no início desta crónica, foi o pior jogo dessa fase do Pedro Martins. Ou seja, há razões para acreditar que esta exceção não se vai transformar numa regra. No entanto o aviso está dado. Cabe ao treinador moralizar a equipa pois vêm aí muitos jogos importantes em diferentes competições.

 

Saudações Verde Rubras

Filipe Vasconcelos


“Dos 100 aos 0 em 3 jogos” por André Ladeira

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Caros amigos,

Este fim-de-semana o Marítimo cumpriu calendário na liga maior do futebol Português na recepção à Académica de Coimbra.

Um jogo que à partida era obrigatório pontuar, com prefrência pela a vitória, para apagar o péssimo resultado na derrota em Lisboa, no entanto o 11 de Pedro Martins pregou uma partida aos adeptos, além de entrarem em campo sem querer nada com futebol ainda perdem o jogo.

O Maritimo dos jogos Europeus desapareceu completamente, temos uma equipa completamente partida em 3, bons, maus e pessimos, não posso deixar de criticar a postura dos atcantes do CSM, jogadores que a epoca passada mostraram capacidades extremas e esta época estão a um nivel médio de uma segunda liga, sem ambição, desmotivados e acima de tudo sem faro de golo.

A defesa, tens os bons, os dois centrais, mas depois tem os péssimos, o Luis Olim faz lembrar um daqueles bonecos dos treinos, está ali parar encher chourição não produz rigorosamente nada, a par de Briguel, que pela negativa foi o home do jogo no Estoril e este fim de semana nada fez.

O meio campo do Maritimo é inexistente, simplesmente não existe e quando tem que fazer alguma coisa, deixa as bolas todas para a defesa, ontem pudemos assistir isso claramente.

Em 90m, excepção feita as bolas paradas, o Maritimo não fez um remate à baliza da Académica e pior, nem criou um lance de perigo.

Tenho muita pena que efectivamente o Maritimo que acelerou e jogou nas jornadas europeias e mesmo nos primeiros 3 jogos da liga, tenha sido completamente extinto por este Maritimo doloroso e sem chama.

Doi-me a alma Maritimista assistir ao que assisti no jogo de Lisboa e no jogo de ontem nos Barreiros, tenho alguma fé nas mudanças que Pedro Martins possa vir a introduzir no 11, mas tenho pouca fé na qualidade de muitos jogadores que ali andam, caso por exemplo de João Luiz que tem momentos em campo de total inaptidão técnica, uma coisa assustadoramente irreal.

A Académica sem jogar muito, meteu dois golos no saco perante a passividade da defesa Maritimista que se deixa bater em “rodriguinhos” infantis, no emtanto mérito para uma equipa que estes anos todos anda de corda ao pescoço e que este ano se calhar, à conta do Bonus.

As asneiradas sucediam-se a bem suceder que até o GR da Académica dominava as bolas em acrobacia.

Não sei se os jogadores vão ler isto ou não, e se vão entender o alcance da minha indignação, adeptos como eu há muitos no entanto permitam-me que, peça mais uma vez ao SAMI, ao FIDELIS, HELDON, DANILO DIAS que se empenhem mais neste projecto, o Pedro Martins é um bom treinador e merece mais dedicação da vossa parte, ele e todos nós sócios e adeptos.

Quanto aos restantes, BRIGUEL, OLIM, LUIZ, GONÇALO, eh pa, sinceramente já nem sei o que vos diga porque seja lá o que for não resulta.

 

Vamos embora Maritimo, acelerar até aos 100 novamente e ganhar o Brugge já nesta quinta-feira.

VIVA O MARITIMO

André Ladeira

"102 anos de Marítimo!" por Filipe Vasconcelos

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O passado dia 20 de Setembro, antes ter sido a data de estreia do Marítimo na Liga Europa, foi o dia do 102º aniversário do nosso clube. Estava a pensar que forma abordar esta crónica de aniversário e lembrei-me de um post que fiz no CSMaritimo-Online por altura do centenário.

Numa espécie de reciclagem, resolvi fazer um copy & paste destes que considero como os melhores momentos que presenciei enquanto Maritimista. Obviamente só estão jogos posteriores ao meu nascimento daí ficarem de fora datas como 1926 ou 1977.

Marítimo - Boavista, 92/93 - Talvez o melhor momento desportivo que alguma vez vivi. Inesquecíveis aqueles minutos finais que nos deram a primeira presença numa competição europeia. Eu estava junto com alguns amigos a ver esse jogo mas acabei sozinho. Já não me lembro quem é que estava lá sempre a fazer comentários pessimistas ou se eram todos, mas a certa altura levantei-me e fui ver o jogo sozinho num cantinho que encontrei. Na cabeceira do lado da rua, junto ao muro. Não me esqueço desse afortunado lugar. Vocês podem não acreditar, mas se eu não tivesse mudado de lugar o Marítimo não tinha ido à Europa.

Marítimo - Porto, 94/95 - Meia-Final da Taça. O dia em que o espírito de Lev Yashin tomou conta do nosso grande GR Ewerton e o dia em que conquistamos pela 1ª vez um lugar na final da Taça de Portugal. Ficou apenas 1-0 mas eu festejei vários golos. Porque algumas defesas do Ewerton eram de festejar como golos.

Marítimo - Porto, 97/98 - Em Aveiro a ouvir o rádio. Estava tudo contra nós. O Boavista tinha um jogo fácil em casa e nós recebíamos o campeão Porto com o Super-Jardel. Precisávamos de ganhar e que o Boavista perdesse. Só mesmo um milagre. A poucos minutos do fim estava tudo contra nós. Porém, a pouco do fim, o Campomaiorense no Bessa e o Marítimo marcam quase em simultâneo, fazendo-me ficar em estado de euforia. Eu quando fico nervoso começo a andar de um lado para outro. Quando dizem no rádio que os dois jogos estavam terminados eu estava a passar debaixo de uma porta e lesionei um dedo ao levantar os braços. Ainda assim, continuei a saltar mesmo a ver estrelas.

Guimarães - Marítimo, 09/10 - Mais uma vez, assim como em 97/98, estava tudo contra nós. Lembrei-me várias vezes disso e acho que até comentei aos que foram comigo ao jogo. E a história foi parecida mas nesse eu estava no estádio. E desta vez no Estádio de um dos adversários diretos com perto de 30mil pessoas contra nós. E foi outra vez nos últimos minutos que selamos a conquista. Ainda houve tempo para ficarmos sem GR depois do golo para dramatizar mais "a coisa". Também comecei a andar de um lado para outro mas no estádio não tinha portas, então acabou tudo bem para os meus dedos.

Marítimo - Juventus, 94/95 - Apesar da derrota, tem um simbolismo especial. A Vecchia Signora era uma das potencias dessa época, quando o futebol italiano era o mais forte do Mundo. Seguramente uma das 5 melhores equipas da Europa. Jogamos e brilhamos. Fizemos tremer o gigante jogando de igual para igual. Quem esteve nesse jogo nunca esquecerá aquela bola na barra.

 

 

Para lá do aniversário, tivemos 2 jogos nesta semana que passou, na Quinta para a Liga Europa com o Newcastle e na Segunda com o Estoril para o campeonato. Infelizmente fico com a sensação que podíamos ter tido duas vitórias mas a falta de pontaria com os ingleses e a expulsão injusta do Rúben Ferreira no Estádio António Coimbra da Mota, fizeram com que não tivéssemos os resultados esperados.

Saudações Verde Rubras


"1º objectivo: cumprido" por Filipe Vasconcelos

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É com natural satisfação que a família Maritimista vê o primeiro grande objectivo da época cumprido. Por todas as razões que descrevi na última crónica a importância da passagem à fase de grupos era enorme. O adversário era fácil, dizem os mais aziados, a espumar pela boca de raiva. Digo eu também mas com um sorriso na cara. Em termos teóricos eu disse logo que era uma equipa mais fraca que o Marítimo mas na prática sabemos que nem sempre é assim. Um total de 3-0 nas duas mãos não engana quem foi realmente superior, sem nunca desrespeitar o adversário. O susto da expulsão ainda serviu para colocar alguma dúvida no resultado até perto do final mas como já somos uma equipa com bastante experiência a jogar com 10, conseguimos ter a concentração necessária, para não apenas segurar o resultado, como também ampliar a vantagem.

A festa que se seguiu foi bonita. No relvado, após o segundo golo, foi emocionante ver os jogadores abraçados, todos unidos na alegria do objectivo concretizado. 

Os festejos continuaram na viagem da comitiva até o aeroporto da Madeira, no qual foram recebidos por uma moldura humana considerável. Mais nenhum clube madeirense tem essa capacidade e, talvez por isso, ouvi e li por aí umas coisas sobre um espanhol, um tal de Ramon Carranza, que esse é que era bom e tal. Gostos são gostos, uns preferem esse hermano, eu prefiro a Liga Europa.

Na ressaca do apuramento, foi altura de assistir ao sorteio dos grupos. Podíamos ter um grupo mais acessível mas não vale a pena queixarmo-nos da sorte. Temos 3 clubes com uma experiência europeia superior à nossa e teoricamente irão lutar pelos 2 lugares que dão a passagem. Teoricamente. Talvez tenhamos uns 10% de hipóteses mas temos. E iremos lutar. Ainda assim, se conseguirmos uns 5 pontos já não seria mau de todo. Sairíamos de forma digna e ainda entravam mais uns trocos nos cofres do clube.

Como externalidade positiva do nosso apuramento e estarmos num grupo com um clube inglês, um francês e um belga, a nossa região irá receber publicidade turística em 3 países considerados importantes para o sector. Infelizmente a nossa Secretária Regional do Turismo, não estava preparada para esse acontecimento mesmo estando o Marítimo apurado para as competições europeias há meses.

A UEFA, depois de muito trabalho da direção do Marítimo, aprovou a utilização do Estádio dos Barreiros. O local não é o mais importante, iriamos lutar em qualquer campo. Mas não há nada como a nossa casa e por isso fico satisfeito com a decisão.

Este fim-de-semana jogamos a jornada em atraso com o Sporting. 1-1 foi o resultado final. Em tempos esse seria um resultado positivo mesmo em casa, mas não agora. Fomos superiores ao longo do jogo e em termos gerais temos melhor equipa, mesmo que não tenhamos melhores jogadores. Levamos o golo contra a corrente do jogo e só então vimos um pouco de Sporting. Sol de pouca dura pois com as substituições do Pedro Martins foram encostados às cordas. Marcamos 1 e não vencemos porque não calhou.

Agora jogamos em casa novamente com aquela que considero a favorita na fase de grupos da Liga Europa. O Newcastle é uma das diversas boas formações que jogam na Premier League. Sou suspeito pois tenho um fascínio particular por este campeonato inglês, o qual considero o melhor do Mundo, mas acho que só por estar presente uma equipa inglesa o espetáculo será bom e é isso que espero. Se conseguirmos um bom resultado, melhor. É para isso que os nossos vão entrar em campo. Uma coisa é certa, os ingleses não se costumam dar bem em Portugal. O Leeds perdeu aqui duas vezes e não eram uma equipa inferior ao Newcastle na época. O mesmo aconteceu ao Glasgow Rangers, pertencentes à mesma ilha. Uma vez que estamos na fase de grupos o empate com o Marítimo será um mau resultado para quem é teoricamente favorito. Quem sabe se não podemos jogar com isso a nosso favor e causar uma surpresa?

Saudações Verde Rubras

Filipe Vasconcelos


“Quem não marca, sofre....sem necessidade” por André Ladeira

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Caros amigos,
Este fim-de-semana o Marítimo cumpriu calendário na liga maior do futebol Português, desta feita, recebeu o Sporting num jogo em atraso.
Foi num estádio completamente cheio que as equipas leoninas se defrontaram, a familia Marítimista respondeu aos sucessivos apelos e foi congratular os nossos herois.
O jogo teve a particularidade de integrar David Simão a titular e Fidelis no banco, uma estratégia que Pedro Martins trouxe com objectivo de alternar os jogadores das alas no centro do ataque e explorando a velocidade.
Acabou por resultar parcialmente, o Marítimo criou perigo, por várias vezes teve oportunidades de marcar mas, a eficácia teima em não aparecer, numa primeira parte em qu e o CSM dominou integralmente o jogo, teve 3 oportunidades de golo mas todas frustradas, era uma boa perspectiva para a segunda parte.

Da parte do SCP, rigorosamente nada, um 11 completamente sem rumo, algo trapalhão e não fosse a mestria de Izmailov e o inconformismo do numero 18 (acho que é carrilo o nome), nem tinham saido do seu meio-campo.
Na primeira parte retiro a excelente prestação de David Simão, esteve muito bem a par de Heldon.
No intervalo a massa associativa acreditava nos golos e na vitória verde-rubra, a festa continuava num estádio completamente galvanizado.
Começou a segunda parte, e o SCP apareceu ligeiramente mais atrevido, tanto assim foi que, Izmailov desmarca VW que faz o primeiro golo da partida, completamente contra a corrente de jogo e sem que ninguém estivesse á espera fazendo valer a velha máxima do futebol, quem não marca sofre.

Pedro Martins respondeu de imediato, metendo em campo Fidelis numa tentativa de ganhar mais finalização, no entanto, os mestres do passe já estavam esgotados da correria da primeira parte, e as coisas não corriam de feição ás hostes Verde-Rubras.
O SCP passou a estar em vantagem e, tal qual um Paços de Ferreira ou um Rio Ave começou a fazer o anti-jogo tipico de equipas pouco ambiciosas e fragilizadas acusando um resultado fruto da sorte, Patricio demorava nas reposições de bola, os jogadores eram substituidos a passo, os lançamentos faziam-se “tontinhos” não sabiam quem marcava, uma vergonha.
A meio da segunda parte, o Marítimo volta a acelerar o jogo e cria novamente duas situações de perigo, em resposta o SCP apanha o CSM em desvantagem e é SALIN o heroi do momento e faz uma defesa em cima da linha de golo.
O CSM não baixou os braço, o publico gritava e pedia golo, eis que num lance faltoso à entrada da area do SCP, João Guilherme cobra um livre e concretiza o golo do Marítimo, empatando a partida repondo parcialmente a justiça no marcador.
Até aos 90 só deu Maritimo, em três ou quatro lances o CSM poderia ter chegado á vantagem, não fossem dois falhanços monumentais, um de Gonçalo outro de Sami.

Há quem fale de um penalti que não foi assinalado (sobre o Adilson) já no fim do jogo, no estádio tenho duvidas se é ou não, vou esperar para ver na televisão.
No fim conta a divisão de pontos, o melhor marcador do CSM é um defesa, João Guilherme, ainda não tivemos derrotas e estamos na luta por um lugar Europeu, quanto aos jogadores, não posso deixar de apontar alguma falta de dedicação e entrega ao Sami, um jogador que na época passada deu tudo o que tinha pelo CSM e esta época é um reflexo da nulidade, sinceramente continuo à espera de mais por parte deste jogador.
Quanto ao SCP, são uma desilusão para os seus adeptos, lentos, lentinhos, fraquinhos no passe, sem ambição, algo trapalhões, são um reflexo de Sá Pinto, um treinador inconstante, ansioso, bastante nervoso no banco sempre aos gritos com os jogadores, que, sem duvida absorvem essa ansia e nersvosismo e o resultado é um 11 completamente sem rumo.
Para não variar, Sá Pinto deu-nos algumas pérolas na sua conferência de imprensa, cito algumas, “...O Marítimo não construiu.”, “...fomos superiores o jogo quase todo”, como podem ver, palavras para quê é Sá Pinto “show”, só lhe falta o nariz vermelho e chamar-se “Corneta”
Quinta-feira é dia Europeu, ao que parece vamos mesmo jogar nos barreiros, as 18h e os socios pagam 10€, um bom preço, se tivermos em conta os preços praticados noutros clubes, por exemplo, o SCP tem bilhetes para socios na casa dos 30€, uma equipa muito abaixo da qualidade do CSM.

O Newcastle não conhece o CSM, joga amanhã, não vem à Madeira fazer anti-jogo, tudo pontos a favor do CSM, no entanto é uma equipa superior em termos fisicos e mais eficaz que o CSM, no entanto a bola é redonda e podemos fazer história, eu acredito que sim, portanto, lá estarei nos Barreiros para o grande jogo.

Quero terminar esta crónica a dar os parabéns aos Ultra Templários, pelos seus 17 anos como claque, espero que continuem por muitos mais anos com o espirito ULTRA sempre presente, quem está também de parabens é a massa associativa do CSM, ontem estivemos muito acima do que tem sido normal, enchemos o nosso estádio, cantamos, rimos(quando o arbitro caiu), batemos palmas, festejamos e é isso que o CSM pede, alegria e apoio, porque eles merecem e nós também.

Não havia necessidade para tanto sofrimento, espero que de futuro a finalização apareça, é neste momento a grande falha do CSM.
VIVA O MARÍTIMO.

André Ladeira