Voz Verde Rubra

“120 sem necessidade” por André Ladeira

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Caros amigos,
Ontem, dia 21, num jogo a contar para a taça de Portugal, o C.S Marítimo recebeu a AD da Oliveirense, uma equipa que joga na III Divisão Portuguesa, inserida na Serie B dessa competição e que ocupa neste momento a terceira posição.
Por outro lado, o CSM entrou em campo com apenas um jogador habitualmente titular, David Simão, a restante equipa foi aposta de Pedro Martins nos reforços Maritimistas, com alguns nomes como Semedo, Rodrigo António, Marcio Caveira e Igor Rossi no Centro da Defesa, Wellington segurou as malhas da baliza verde-rubra.
Um jogo que muitos, onde me incluo, esperavam facilidades dos visitantes, acabou por se tornar tormentoso para os da casa.
Desde cedo o Maritimo mostrou que queria vencer, lutou por isso mas a finalização mantém-se ineficaz, o Marítimo chega à boca da baliza e não consegue fazer mais que nada, rigorosamente nada, os avançados do CSM demonstram grandes dificuldades em emendar para a rede.
A Oliveirense tentou e criou algum perigo, sempre por intermedio do seu jogador, Jorge Cadete (número 7), um jogador fantástico, foi o elemento mais inconformado da equipa visitante, desequilibrou várias vezes, fez gato sapato de Luis Olim e levou sempre a melhor, ok que não é difícil contornar Luis Olim, mas este jogador demonstra qualidades acima da média, inclusive podia por duas vezes ter feito o golo, numa delas a bola passou a escassos cm do poste da baliza Maritimista e no ultimo lance não conseguiu o tento porque foi travado por David Simão que, e muito bem, impediu o que podia ser golo certo, apesar de ter sido sancionado com segundo cartão amarelo e consequentemente expulso.
A primeira parte teve um golo, o do Marítimo, golo que nasce de um canto e Rodrigo António cabeceia muito bem para dentro da baliza adversária, um golo justo, pois era o Marítimo que dominava o jogo e mereceu o tento.
No inicio da segunda parte, Pedro Martins retirou um desastroso Gonçalo e meteu Danilo Dias, apesar de não ter trazido muito ao jogo, é bem melhor que o Gonçalo.
O Marítimo continuou com grandes dificuldades em marcar golo, apesar de andar a rondar a baliza adversária estar a dominar o jogo, mas o futebol tem coisas estranhas e, quando o Marítimo geria o resultado a seu belo prazer, já com Rafael e Ibrahim em campo, é a Oliveirense que marca o golo, através de um canto, aos 76m de jogo, os visitantes empatam a partida.
Até ao fim dos 90m nada a dizer, a não ser um excelente remate de fora de área de Ibrahim que criou perigo.
Fomos para os 120m de jogo e finalmente, lá veio um golo, num cruzamento perdido, Luís Olim assustado, lá rematou e fez o 2-1, um resultado que é justo mas demasiado curto para a qualidade do adversário.
Destaco neste Marítimo o Semedo, Rodrigo António, Caveira, Igor Rossi, tiveram muito bem e jogaram a bom nível, grande destaque para João Diogo, fiquei bem impressionado com o jogo que este jogador fez, gostei também dos remates do Ibrahim, certeiros e poderosos, inclusive marcou um golo que foi anulado por fora de jogo.
Na minha opinião, o melhor jogador em campo foi Jorge Cadete da AD Oliveirense, um jogador de encher o olho que se bateu de igual para igual com os nossos e demonstrou futebol de alto nivel.
Grande destaque para os Templários, sem duvida um grande apoio ao nosso Marítimo sempre que é preciso ou não, lá estão eles em grande nível, força pessoal, foi bonito.
Quinta-Feira temos, às 20h, nos Barreiros, CSM Vs BORDÉUS, um jogo a contar para a Liga Europa e que certamente contará com muitos adeptos nas bancadas do estádio.
O Marítimo está na próxima jornada da taça de Portugal, no entanto, considero que Pedro Martins não pode arriscar jogar com este 11 muitas vezes.
VIVA O MARITIMO


André Ladeira



"Defeso Forçado" por André Ladeira

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Caros amigos,

Com os campeonatos nacionais em pausa forçada, pela prioridade dada aos jogos de apuramento para o Mundial do Brasil, o nosso CSM pode ganhar fôlego para as duas jornadas complicadas que se avizinham, falo pois do Braga e do FCP.

Antes disso o CSM defronta a AD Oliveirense, num jogo de Domingo às 16h, recebemos esta equipa das divisões inferiores, não obstante o modesto plantel apresentado, a Oliveirense vem para nos dificultar a vida e nisto do futebol não há resultados garantidos, portanto, espero que Pedro Martins tenha a lição bem estudada e que no Domingo nos presenteie com uma vitoria, seja 1-0, 2-1, o que interessa é ganhar com todo o respeito pelo adversário.

No que respeita à estratégia a definir para o BRAGA e o FCP, sou da opinião que este “defeso forçado” deveria servir para que Pedro Martins testasse novas soluções para o “GOLO” e para a lateral direita, são os sectores que entendo estarem mais fragilizados, a equipa B espelha em boa forma Ytalo e Armando, segundo informações que tive são dois profissionais de excelente qualidade que poderiam perfeitamente integrar a equipa A sem frustrar expectativas, obviamente que nestas coisas quem decide é quem lá anda, portanto, todas as opções que forem tomadas serão respeitadas.

O Marítimo é uma equipa que precisa urgentemente de encontrar soluções para fazer golos, tem sido um colectivo muito perdulário nessa matéria e tem demonstrado algumas dificuldades em ajustar essa tão necessitada finalização, ainda não consegui entender se a falha é nas transições do meio-campo para o ataque se é mesmo falha directa do avançado centro, mas tenho a certeza que há alguma coisa que está a falhar e que tem de ser corrigida.

Estou mais satisfeito com as melhorias técnicas do Sami e do Danilo, no entanto há que dar mais e lutar superiormente em busca dos objectivos definidos na estratégia de Pedro Martins jogo a jogo.

Outra noticia que recebo com agrado é a da participação de GEGE e HELDON na selecção de Cabo-Verde, estes dois jogadores verde-rubros tiveram um excelente desempenho no momento histórico para o futebol do seu pais natal, o apuramento para a CAN, Heldon foi inclusive o obreiro final desta espiral de emoções, ao marcar o golo decisivo no apuramento da selecção Cabo Verdiana, num jogo perante os gigantes CAMARÕES e na casa destes, Heldon marca um livre e “rebenta” com as esperanças tricolores, é sem duvida um motivo de orgulho ter estes dois jogadores a representar as nossas cores verde-rubras.

Antes de terminar, faço um apelo a todos os Maritimistas para que dia 21, às 16h, venham ao estádio dos Barreiros apoiar a nossa equipa neste jogo da FPF, o Marítimo continua a merecer e precisar do apoio de todos nós, não em casa ou através do rádio, mas no estádio e em plenos pulmões.
Viva o Maritimo


André Ladeira


"Fora é que está o ganho" por Filipe Vasconcelos

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Teoricamente, jogar fora de casa é uma desvantagem no desporto em geral e no futebol em particular. As estatísticas não mentem e, salvo raras exceções as equipas acabam os campeonatos com mais pontos feitos em casa do que fora. Que o diga a nossa equipa B que leva essa regra ao extremo na Segunda Liga.

Mesmo na época passada em que fizemos aquele que foi possivelmente a nossa melhor temporada fora com 21 pontos, foi superada pelos 29 pontos nos Barreiros.

Talvez seja algo prematuro fazer uma análise destas com apenas 6 jornadas decorridas, mas a verdade é que as duas únicas vitórias aparecem em terrenos alheiros. E o único jogo fora em que não levamos os 3 pontos teve a particularidade de ficarmos reduzidos a 10 jogadores praticamente desde o início do jogo. Nos 3 jogos metemos a redonda na baliza adversária.

Nos jogos em casa, onde estamos com 2 empates e 1 derrota, a melhor exibição foi contra o Sporting, com a curiosidade de ter sido o único jogo onde marcamos.

Qual a conclusão (mais uma vez digo, talvez prematura) que se pode tirar dos vários factos dos 2 parágrafos anteriores? Os 2 jogos teoricamente mais fáceis, foram aqueles que tivemos maiores dificuldades ofensivas. Ou seja, parece-me notória a falta de soluções de ataque, principalmente contra equipas fiquem satisfeitas em levar 1 pontinho do jogo. E essas são aquelas que ficam normalmente do 5º lugar para baixo nos jogos fora. Mesmo que não coloquem o típico autocarro à frente do guarda-redes, só o facto de entrarem psicologicamente em vantagem com o 0-0, uma vez que o empate é um bom resultado, faz com que deem sempre uma prioridade à defesa e tentem explorar da melhor maneira o contra-ataque. E não temos soluções para contrariar esse tipo de futebol, pois o nosso meio-campo é lento quando joga em ataque continuado. Pelo contrário, somos bem mais acutilantes com formações que expõem mais o seu futebol e arriscam. Isso fez com que tenhamos melhores resultados/exibições fora e em casa com o Sporting.

Talvez o ideal seja usar os jogadores da B nos jogos na Madeira e os da A nos jogos no Continente, quando as jornadas assim o permitirem. Fica a sugestão.

O jogo com o Moreirense teve 2 partes distintas. A 1ª parte foi desesperante, em que a sorte foi, desta vez, uma boa amiga. 2 bolas nos ferros mais um cabeceamento com uma saída louca do Salin não nos deixaram em desvantagem porque não calhou. Mas convenhamos que a sorte, na contabilidade global, ainda nos está a dever.

Na 2ª parte estramos a ganhar e o jogo mudou. Sem fazer uma exibição de encher o olho aos adeptos, passamos a controlar o jogo. Ainda assim os da casa podiam ter empatado quando numa oferta de bandeja lhe isolamos um jogador. Valeu a falta de pontaria. Gerimos bem o resultado e o esforço e tentamos, sem sucesso, matar o jogo, tendo tido boas oportunidades para tal. A expulsão do guarda-redes do Moreirense ajudou mas foi justíssima. Jogamos bem melhor do que contra a Académica e conseguimos os 3 pontos, após uma série de 3 derrotas consecutivas. Muito importante para não desanimar e voltar aos primeiros lugares da tabela classificativa.

Uma nota para os índices físicos dos jogadores. Mesmo com menos dias de descanço do que o adversário, que ao contrário da Académica não está nas competições europeias, não notei que nos tenhamos ido abaixo fisicamente mesmo que tenha havido um controle natural na 2ª parte, nem quando estava ainda 11 contra 11.

Para a Liga Europa jogamos e perdemos com o Club Brugge. Vem dificultar e muito o sonho de ficar nos 2 primeiros lugares da classificação do grupo. Mas temos que continuar a trabalhar para amealhar o máximo de pontos possíveis e no final fazemos as contas.

Temos agora uma semana de descanso para o jogo da seleção. Seguem-se 3 jogos importantes em casa para 3 competições diferentes. Contra a Oliveirense (de Famalicão que disputa a 3ª divisão e não a mais conhecida de Oliveira de Azeméis da 2ª Liga) é obrigatório passar e uma possibilidade de talvez experimentar alguns jogadores da equipa B. Contra o Braga para o campeonato para não largar os lugares do topo e aproximarmo-nos deles. E contra o Bordéus em que temos de ganhar para manter acesa a hipótese de apuramento.

Saudações Verde Rubras

Filipe Vasconcelos

"Ai, ai, a crise!" por Luis Miguel Rosa

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A 2 de Agosto o Marítimo iniciou a sua campanha 2012/2013, em Tripolis, na Grécia, com um empate frente ao Asteras local, para 3ª Pré-Eliminatória da Liga Europa. Desde então fez mais 11 jogos, entre campeonato e Liga Europa. Apresenta um pecúlio de 4 vitórias, 5 empates e apenas 3 derrotas, com um score de 8 golos marcados e 9 sofridos. As derrotas surgiram perante o Estoril e a Académica para a Liga (sendo o jogo frente aos estudantes o pior jogo feito nesta fase), e o Club Brugge para a Liga Europa, onde o Marítimo exibiu-se a bom nível mas onde faltaram golos e um resultado positivo. Pelo meio os empates frente a Sporting e Newcastle que nunca são resultados de desprezar. Outubro trouxe a segunda vitória na Liga, frente ao Moreirense, onde o Marítimo foi sobretudo uma equipa pragmática e onde, será justo dizer, teve a estrelinha que lhe faltou em jogos anteriores.

Os objectivos propostos estão intactos: a equipa classificou-se para a fase de grupos da Liga Europa e já conquistou um ponto perante o mais forte candidato a passar na frente do grupo. Ainda tem mais quatro jogos para disputar, dois em casa, onde poderá fazer mais pontos e euros. No campeonato, à sexta jornada, ocupamos o 5º lugar, com 8 pontos, a seis da dupla de líderes. No entanto, arautos da desgraça já anunciavam que a crise estava instalada no Marítimo, que tinha perdido os últimos três jogos, que não ganhava há cinco. Mas já diz o ditado pela boca morre o peixe. E no futebol a boca costuma ser muito grande! Crise? Perguntem aos nossos vizinhos o que isso é!

Naturalmente que nem tudo são rosas, é verdade. A equipa continua ainda longe do fulgor da época passada e as exibições têm deixado algo a desejar. Por exemplo as partidas frente aos belgas e ao Moreirense deixaram evidentes algumas lacunas - mormente no sector que mais mexeu na equipa (o meio-campo) e no capítulo da finalização - numa equipa ainda à procura de soluções face às saídas de Roberto Sousa e Benachour. João Luíz não o é, e David Simão tarda em se impor. E já nem falo da falta de faro de golo de Fidélis e companhia, ou das normais avenidas nas linhas defensivas verde-rubras quando o Rúben não joga. Na ausência de capital para ir ao mercado resta a Pedro Martins o recurso habitual: a equipa B. E não será de todo uma opção malvista, já que, a muito interessante campanha do Marítimo B agora na 2ª Liga, tem destacado alguns nomes (Marakis, Brígido, Nuno Rocha, Ytalo, os centrais Gegé e Bauer, Armando, Kukula), que em breve terão de ser opções para os A's.
Vem agora um interregno que servirá para recuperar a equipa para uma sequência de jogos diabólicos, entre Liga Europa e Liga Portuguesa, iniciada por um confronto teoricamente mais acessível para a Taça de Portugal. Toca a trabalhar e deixemos as crises para os outros!

Luís Miguel Rosa


“Finalmente, bafejados pela fortuna” por André Ladeira

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Caros Maritimistas,

 

É com muita alegria que escrevo esta crónica, após a deslocação azarada do CSM à Bélgica tivemos ontem, em Moreira de Cónegos, o regresso à glória verde-rubra, não obstante a cegueira de Fortuna nos ter bafejado com seus desígnios, e ainda bem.

 

Num jogo em que o CSM entrou em campo com Danilo Dias e David Simão a titulares, com o factor “fora de casa” a pesar, com a moral afectada pelas três derrotas seguidas as perspectivas dos Maritimistas eram um misto emocional de desejo e ânsia.

 

O Marítimo entrou muito bem, nos primeiros 5m de jogo dominou e chegou com algum perigo à baliza do Moreirense, sempre com processos ofensivos pelas laterais, aos 4m, Fidelis foi derrubado na área adversárias, mas o arbitro não viu nada, nem penalti nem simulação, foi o único ser vivo que a assistir ao jogo achou que Fidelis tropeçou na relva.

 

A partir dai o Marítimo perdeu alguma força e foi o Moreirense que, em 30m, chegou com perigo à baliza do CSM em três lances de bola parada conseguiu meter duas bolas ao poste e uma que passou muito perto, não obstante esta ter sido fruto de um erro de Salin.

 

O Marítimo foi para o intervalo com apenas um remate á baliza dos da casa, com algumas falhas a meio-campo e acima de tudo, com muito trabalho para mostrar durante o segundo tempo.

 

Ainda não tinham decorrido 5m da segunda parte o CSM chegou ao golo, num lance que nasce dos pés de Danilo Dias (marcação de um canto) Rafael Miranda presenteia a sua massa associativa com um golo de cabeça, um prémio para este jogador que, nos últimos 5 jogos tem sido o coração desta equipa, não só em termos de trabalho táctico em campo mas também em esforço físico.

 

O Marítimo tinha agora a ingrata e difícil tarefa de tentar segurar este resultado e ao mesmo tempo tentar chegar ao segundo golo, durante a segunda parte um erro de João Luiz deu uma oportunidade de golo aos da casa, que só não foi concretizada pelo belíssimo trabalho defensivo do ROBERGE.

 

A segunda parte trouxe também um cartão vermelho para o Guarda Redes dos da casa, uma situação que já vai sendo habitual em jogos entre ambas equipas, relembro que a ultima expulsão de um Guarda Redes adversário, nos Barreiros, foi a este mesmo jogador, na minha opinião é uma expulsão justa.

 

Mesmo ao cair do pano, o Marítimo deveria ter beneficiado de um penalti, num lance em que o defesa do Moreirense trava a progressão da bola com a mão dentro da área, o arbitro assim não entendeu e o Marítimo perdeu mais uma oportunidade de alargar a sua vantagem.

 

O jogo terminou, o Marítimo ganhou, o publico gostou e agora é trabalhar para vencer a Oliveirense.

 

Confesso que não foi um jogo portentoso, o Marítimo teve o mérito de marcar o golo e a sorte de não sofrer, são três pontos ganhos com alguma sorte que finalmente nos bafejou.

 

Não posso deixar de destacar a ligeira subida de forma do Sami e do Danilo Dias, espero sinceramente que a partir de agora seja sempre a subir porque dias complicados virão e a Fortuna é madrasta do CSM e nem sempre seus desígnios nos abençoam.

 

A finalização continua a ser uma falha nesta equipa e penso que esta longa paragem no campeonato seria uma boa oportunidade para começar a pensar integrar alguns dos jogadores da equipa B neste plantel, podem não trazer nada de novo, no entanto são uma necessidade urgente para a finalização desta equipa.

 

Destaco pela positiva as prestações de ambos centrais e Ruben Ferreira, tiveram muito bem no jogo, já João Luiz e David Simão continuam a mostrar muitas dificuldades em jogar futebol, as substituições (entradas de OLIM, ADILSON e Rodrigo António), pouco trouxeram ao jogo, salvo  Rodrigo António ter tirado um cartão vermelho ao adversário e também ter mostrado que pode ser titular.

 

Aproveito para felicitar a equipa B do CSM por mais uma vitória na liga Vitalis, pelo excelente desempenho desta equipa e do seu timoneiro, são sem duvida um orgulho para a família Maritimista.

 

Aproveito para desejar boa sorte à selecção Portuguesa para os dois jogos que ai vêm sendo que um deles pode significar 50% do apuramento, e sugerir ao leitor que veja o 4º golo marcado por Micoli (Palermo) na Liga Italiana este Fim de semana, sem duvida um dos melhores golos de sempre deste desporto que a todos nós anima.

 

Saudações Verde-Rubras,

 

VIVA O MARÍTIMO